quinta-feira, 24 de julho de 2014

Música e boa gastronomia deve marca o Domingo na Barraca Alô Brasil no Sesc Praia.

Wilton Veras - Direto da Redação
A Barraca Alô Brasil é tradicional em Luís Correia. Além da barraca de praia, o restaurantes têm programação especial para o domingo. Aliar música ao vivo à boa gastronomia é a dica para este domingo na Barraca Alô Brasil. Caranguejo, camarão, peixe, entre outros frutos do mar, fazem parte do cardápio. que também vai contar com a voz do cantor Mário Azevedo que deve se apresentar no Bar da Piscina – aberto diariamente das 9h às 18h.


Barraca Alô Brasil - Patrocinadora Oficial do BlogWiltonVeras.Com

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Juiz marca julgamento de ação contra prefeito Luiz Eduardo Pedrosa

A audiência foi marcada pelo juiz de Direito da Vara Única da Comarca de Luis Correia, Willmann Izac Ramos Santos, em 3 de julho deste ano.

NEHEMIAS LIMA, DO GP1

A audiência de instrução e julgamento da ação civil de improbidade administrativa contra o ex-prefeito de Luís Correia, Luiz Eduardo dos Santos Pedrosa, foi marcada para o dia 26 de agosto. Luiz Pedrosa é acusado de dano ao erário e violação dos princípios administrativos durante sua gestão. A ação foi ajuizada pela prefeitura de Luis Correia. 

Luiz Eduardo dos Santos Pedrosa(Imagem:Reprodução)

O processo nº 0000451-21.2010.8.18.0059 foi ajuizado em 2010 e a audiência foi marcada pelo juiz de Direito da Vara Única da Comarca de Luis Correia, Willmann Izac Ramos Santos, em 3 de julho deste ano.

FONTE: GP1

sexta-feira, 4 de julho de 2014

Populares de Luís correia participam de curso de "Funções do governo local"

     Imagem: Tacyane Machado
O evento aconteceu entre os dias 02 e 03 em Parnaíba, o curso de “Funções do governo local e controle social”, realizado pela CARE Brasil, no auditório na Pousada dos Ventos, por meio do Projeto "Nós Fazemos a Diferença na Rota das Emoções", que tem financiamento da União Europeia.
O município de Luís correia foi representado por Zequinha Machado e Wilton Veras, cujos fazem parte da sociedade civil organizada, também estive representando a Comissão Ilha Ativa, o estudante de Economia Wesley Ribeiro que faz parte do Projeto “Pesca Solidaria”, Além dos Conselhos Municipais de Parnaíba.
O Projeto Nós Fazemos a Diferença para o Desenvolvimento Sustentável da Rota das Emoções, leva para a sociedade, um conjunto de atividades realizadas em parceria com a CARE Brasil, SEBRAE Piauí e SEBRAE Maranhão.
O projeto tem como objetivo fortalecer a sociedade civil organizada através de capacitações com lideres comunitários dos 14 municípios aptos para discutirem o desenvolvimento regional sustentável e exercer o controle social das politicas de desenvolvimento locais.

Por Wilton Veras| Fotos: José Eudes

Mão Santa fala de sua trajetória e quer desenvolver o estado 40 anos em 4

Créditos: Foto: Gabriel Tôrres/CT
Candidato pelo PSC criticou gastos com marqueteiros e diz que novamente enfrenta as Oligarquias
Autor: Rodrigo Antunes
Candidato ao governo do estado e correndo em raia própria, o ex-senador Mão Santa (PSC) traz o discurso de ‘reconstrução’ do Piauí. Francisco de Assis Moraes Souza, conhecido como Mão Santa, tem como vice o empresário de São Raimundo Nonato, o Mano.
Em uma entrevista em seu apartamento no bairro Ilhotas, em Teresina, o ex-senador falou de sua trajetória política, o contexto de 1994 quando foi eleito a primeira vez governador do estado, o contexto atual e suas propostas de governo.
Foto: Gabriel Tôrres/CT
O ex-governador e ex-senador diz que chegará ao segundo turno nas eleições deste ano. Sempre acompanhado de sua esposa, dona Adalgisa, como ele mesmo chama, a campanha promete ser modesta, na humildade, e intitulada por ele mesmo como um ‘Davi contra Golias’. "Como é que ser pode gastar milhões em campanha político se o povo passa sede?", disse Mão Santa.
Primeiro mandato como governador
Mão Santa foi eleito pela primeira vez como governador do estado no ano de 1994, em uma situação adversa, bem semelhante a que ele encontra hoje. Com candidatos fortíssimos na disputa e sem apoio do governo, Mão Santa conta que conseguiu afastar as oligarquias do poder e cita alguns dos feitos daquela época.
“Hoje, em 2014, vinte anos depois voltei a enfrentar uma situação adversa, eles eram muito fortes naquela época. O PFL era chamado de oligarquia. Eles se consideravam melhores em tudo. Agora eles são piores, mas é o mesmo enfrentamento”, conta o candidato com sua irreverência característica.
 Foto: Gabriel Tôrres/CT
Em 1994 o presidente eleito foi Fernando Henrique Cardoso (PSDB), que mantinha um afastamento do governo do Piauí, que havia apoiado outro candidato. Mão Santa pegou o estado com sete meses de salários atrasados de outros governos passados e foi cobrado para pagar. Redução de salário e parcelamento de atrasados foram as alternativas da época, fato que fez o ex-governador ser muito contestado.
“Eu peguei o estado em uma época muito difícil, ninguém escolhe a época que vai governar, esse estado tinha 7 meses de atraso. Doutor Alberto Silva, com os planos dele, não deu certo e atrasou o funcionalismo. O governo seguinte, Freitas Neto, deixou os atrasados do Alberto e pagou o dele. Eu, quando entrei, tive que pagar isso, parcelei, eu resolvi um atraso do Freitas Neto.  Naquele tempo os funcionários reclamavam, mas hoje eles sabem que eu não podia pagar todos de uma vez. Todos receberam”, relembra Mão Santa.
 Foto: Gabriel Tôrres/CT
Mesmo com dificuldades, o candidato cita feitos de suas gestões, como o Projeto Sanear, que possibilitou a verticalização de Teresina após instalação de esgoto subterrâneo na cidade; a expansão da UESPI, a criação do Sopa Na Mão, primeiro restaurante popular do Brasil com custo zero, aquisição de uma das primeiras linhas de energia para a região sul do estado, a vinda da Bunge e da Nassau para o estado, plantação de mais de 20 milhões de mudas de caju e vinda de 27 empresas de beneficiamento de castanhas, programa Nenhum Adulto Analfabeto, construção de creches e outros feitos.
Oposição forte ao sistema atual
Conhecido por bater forte nas gestões petistas enquanto esteve no senado, Mão Santa não ‘perdoa’ a gestão de Wellington Dias (PT) e nem o próprio sobrinho, o Zé Filho (PMDB), que agora ocupa a cadeira de governador. Mão Santa tece duras críticas e diz que está voltando para reconstruir o estado.
 Foto: Gabriel Tôrres/CT
“O governador falou, eu vi, que nesses anos foram feitas 4 hidroelétricas, eu ficava calado. Se aqui não conseguia terminar uma eclusa! Eu ouvi falar na televisão em uma Suzano. Cadê a Suzano? Cadê hidroelétrica? Eu ouvi falar em aeroporto internacional lá da cidade de São Raimundo Nonato e aqui em Parnaíba. Era mentira. O porto? Mentira e corrupção, porque já deveria ter saído. O Centro de Convenções, tá aí. Quando eu fui governador eu modernizei aquilo. Tinha um auditório com 600 lugares eu ampliei pra 900 lugares. Tinha um restaurante lá que retirei e fizemos outro auditório com 80 lugares. Eu sei que funcionava. (...) ”, questiona o ex-gestor.
Perguntado se disputar eleição contra seu sobrinho poderia confundir o eleitor, Mão Santa explica que não, porque sua posição sempre foi de oposição ao sistema que está vigente desde 2003.
“O eleitor sempre me viu como oposição. Sempre fui oposição, sempre, contra essa mesmice que está aí. Foi coincidência (enfrentar o sobrinho). Aí vem o continuísmo, foram-se 12 anos, eu sou contra isso. Se as oposições foram pra lá, eu sou contra isso, porque continuo fiel as minhas convicções. Eu estou me submetendo ao julgamento do povo, dando uma opção a ele. Não estou aberrando. É bom eu ser candidato, porque se os bons se omitem fica aí só esse povo”, explica.
Foto: Gabriel Tôrres/CT
Episódio que marcou a expansão da UESPI
Grande admirador de Fernando Henrique Cardoso, Mão Santa conta um episódio que marcou o desenvolvimento da UESPI no estado. O ex-senador conta que em uma reunião com todos os governadores em Brasília foi anunciado o incentivo a criação e a vinda de universidades particulares para o país, mas não teve apoio do piauiense para o incentivo do governo federal e conta o que iria fazer.
“FHC, que é o maior estadista que existe nesse país, disse que ia junto com Paulo Renato colocar as universidades privadas. Aí eu cheguei pra ele e disse: presidente, quero dizer que eu não tô de acordo não. Eu sou médico, sou meio doido, minha família era de empresários e empresário quer é o lucro. Eu vou pegar e desenvolver a pública do nosso estado. Eu sei o que é empresário, ele não vai botar no Piauí, ele vai botar onde tem retorno, é em São Paulo, em Minas, no Rio de Janeiro. Eu vou botar essa UESPI é pra ser a maior, nós vamos sair na frente, depois empresário vai vir atrás. Com 60 dias de governo nós abrimos um campus avançado em Floriano. Foi o primeiro. Aí depois saí colocando. O ultimo era aqui em Altos. Pegamos 39 cidades polos em todo Piauí. Eu fiz o negócio por amor. A UESPI chegou a ser a 3ª melhor universidade pública do país, era São Paulo, Bahia e UESPI” conta Mão Santa.
O que pensa da atual campanha
Com o contexto já montado para a campanha deste ano, o ex-senador conta o que pensa sobre a estrutura de seus oponentes, o governador Zé Filho (PMDB) e o senador Wellington Dias (PT) e diz de forma objetiva: “Marqueteiro não faz milagre”, e completa:
“É lógico que aquela festa é a custa do povo. Quem paga a conta é o povo. É bonito o espetáculo, ninguém vai dizer que não é. Mas, quantos hospitais estão fechados? É muito. Escolas se fecharam. Hoje nos hospitais não tem nada é por essas coisas. Tem contratos milionários sendo feitos e veja quantas escolas fechadas, creches abandonadas, hospitais fechados. Com o dinheiro disso aí dava pra abrir um monte deles”, critica o candidato.
Foto: Gabriel Tôrres/CT
Propostas de governo
Como o número do PSC é 20, o ex-senador elaborou 20 metas para sua gestão e citou em nossa entrevista. Mão Santa conta que a proposta é fazer semelhantes a Juscelino Kubitschek, que almejava desenvolver o Brasil 50 anos em 5, e quer desenvolver o Piauí 40 anos em 4. As propostas são do tipo reabrir hospitais, escolas, desenvolver a fruticultura no estado, cumprir a meta da ONU de 1 policial para cada 250 habitantes e terminar o porto de Luís Correia, que para ele tem uma solução que passa pela máxima de ‘Tirar lucro dos prejuízos’, e explica:
“Primeiro, vamos fazer um terminal de petróleo, isso não precisa nem ter porto pra ter. Isso barateia o combustível. Teríamos lá um terminal. Qual a importância disso? Eu, por exemplo, dei 80 barcos de pesca motorizada para os pescadores da região. Não tem nenhum lá, porque o óleo é mais barato em Camocim, é mais barato no Pará. Na hora em que você tivesse isso você transformava o porto também em um porto pesqueiro, que é importante. Tem cidades que vivem a custa da pesca. Na hora que o combustível tivesse mais barato no Piauí os barcos ficavam lá, os frigoríficos recebiam mais, que é outra indústria. Isso também ia baratear o combustível pro turismo também. Ainda faríamos a escavação, porque aquela região sofreu o assoreamento, escavaríamos até 14 metros e recebíamos navios de até 14 metros. Nós não receberíamos navios que vão pro Itaqui, mas receberíamos os de 14 metros de calado. E era um grande avanço, impulsionava. Você não vai ficar invejando porque o Maranhão tem e o Ceará tem...”, explica.
 Foto: Gabriel Tôrres/CT
Pra saúde: “A saúde começa com o que eu fiz aqui, o projeto SANEAR, com saneamento básico. Hoje a verticalização de Teresina só existe por causa disso. O engenheiro não ia construir um prédio e colocar 80 fossas no fundo do quintal, não teria shopping, tudo foi nossa visão. A saúde começa daí e também vamos colocar os hospitais pra funcionar. Hoje os hospitais só estão funcionando na televisão”, afirma.
Pra educação: “Ela (educação) tem que vir desde o pequenininho até o grandão. O analfabetismo aqui está uma praga. Só não tem analfabeto na televisão e na mentira deles, mas pode pesquisar. Tem que se fazer novamente aquelas campanhas contra o analfabetismo, as creches precisam ser reabertas, a escola tem que ser de qualidade. Vai ter o reencontro do profissional de educação com a educação, na minha época o secretário de educação era o Ubiracy, que era professor, quem entende de educação é o professor. Primeiro vamos transformar toda escola para que elas tenham qualidade, desde a merenda escolar, o professor até as instalações”, propõe Mão Santa.
Foto: Gabriel Tôrres/CT


CAPITAL TERESINA

quinta-feira, 3 de julho de 2014

LUIS CORREIA: O DECRETO DE EXONERAÇÃO DE SERVIDORES E A PRÁTICA DO EMPREGUISMO

Estabelece nossa constituição federal que única forma de entrar no serviço público é através de concurso público, existindo raras exceções como no caso de cargo em comissão de livre nomeação e exoneração do chefe do executivo municipal. Em Luís Correia, como nos demais municípios brasileiros, o empreguismo é exagerado e tem sido um entrave na administração pública municipal.    
Um prefeito ganha a eleição com a promessa de empregar seus correligionários, depois da posse, as promessas tem que ser efetivada, sobrando para o dinheiro público arcar e pagar pelas promessas feitas no período eleitoral. Faltando dinheiro para investimento em setores prioritários como saúde, educação e investimentos em infraestrutura; com a prática do empreguismo o prefeito mantém seus cabos eleitorais como soldados ativos prontos para fazerem a defesa contra quem ousar criticar.
Em Luís Correia, esse vício sai caro para a população de nosso município, o dinheiro do contribuinte vai apenas para pagar a folha de contratados, que em muitas situações, são contratos de pessoas ineficientes e desnecessários para o serviço público municipal. Simplesmente para manter o apoio político de parentes a apadrinhados.           
A prefeita de Luis Correia, Adriane Prado foi obrigada a publicar o decreto 085 de 30 de junho de 2014, exonerando os servidores de cargos comissionados e revogando gratificações. No referido decreto a prefeita reconhece que Luís Correia ultrapassou o limite legal de gasto com pessoal no exercício financeiro em curso; necessitando fazer uma adequação aos limites de gasto com pessoal. Entretanto ela acena com a possibilidade futuras de nomeações necessárias a governabilidade.
Para gerir bem um município o executivo municipal tem que tomar medidas impopulares, que em muitas situações os munícipes não compreendem, tornando-se medidas impopulares; ações que inúmeros gestores não têm coragem de executar. A prefeita deveria usar o critério da meritocracia  para permanecer com um contratado ou nomeado para os principais cargos da administração publica municipal. Muitos irão deixar de receber suas remunerações e muitos irão permanecer nos quadros do serviço publico municipal.
Qual o critério utilizado pela prefeita para exonerar uns e deixar outros no serviço publico municipal? É uma pergunta subjetiva que muitos saberão responder.  Com certeza os princípios constitucionais relacionado no decreto (legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade, eficiência) não serão usados na hora de manter alguns em seus respectivos cargos.
A prefeita tomou a decisão de olho nos gestores que já se tornaram  inelegíveis, por cometerem ilegalidade na administração pública. A justiça de nosso país e os órgãos de controle externo (TCE, TCU e outros) tem contribuído e muito para evitar o desarranjo das contas públicas.  Tem sido um prática constante um prefeito passar 4(quatro) anos como gestor público e passar o resto da vida respondendo processo judicial, pelo mau uso do dinheiro publico.
Com o decreto a prefeita reconhece que a situação chegou ao absurdo, sendo incompatíveis com a manutenção de um governo inchado, tendo cargos desnecessários e parasitas sugando os minguados recursos públicos, que deveriam retornar ao povo de Luis Correia em benefício para todos.
Qual a verdadeira intenção da prefeita? Será a de adequar os gastos com pessoal ao limite estabelecido pela lei? Ou será  uma reorganização de sua base de apoio, exonerando uns e nomeando outros apadrinhados em troca de apoio político nas eleições que se aproxima?. As perguntas são pertinentes, pois, como falar em moralidade se o principal orientador da prefeita é seu esposo que figura entre os que mais têm a prestar conta com a justiça de nosso País. 
Já faz anos que estamos com as mesmas práticas: o cinismo, o inchaço da máquina pública, o desprezo da população levando distanciamento das decisões políticas, o empreguismo partidários, a falta de eficiência, a dependência de pessoas a líder político, a falta de lideranças autênticas que represente nosso povo. São problemas crônicos em nosso município.  Queremos ter servidores públicos com mais competência, de mais respeito e austeridade com a coisa pública.

Em anexo o decreto municipal nº 085 de 30 de junho de 2014

Da Redação do BlogWiltonVeras.com

terça-feira, 1 de julho de 2014

Estado do PI gastou R$ 74 milhões além do que deveria com pessoal em um ano

Os números demonstram o alerta vermelho nas contas do governo do Piauí. Os gastos com pessoal estão acima do permitido pela Lei de Responsabilidade Fiscal. Poderia gastar até 49% das sua Receita Corrente Líquida com a folha de pagamento, mas em abril de 2014 esse percentual já estava em 50,23%. E o pior: não para de aumentar.
O demonstrativo da despesa com pessoal da SEFAZ-PI revela que entre abril de 2013 e abril de 2014 foram usados quase R$ 74 milhões além do que deveria com o pagamento da folha.
Só com a folha dos terceirizados foram usados R$ 40,8 milhões no período. 
Publicado Por: Aquiles Nairó/180 GRAUS


Estradas Vicinais: a grande farra no IDEPI

Como é alimentada a corrupção através do órgão

Créditos: AscomElizeu Aguiar: Idepi na cota de Wilson MartinsElizeu Aguiar: Idepi na cota de Wilson Martins
O Capital Teresina recebeu uma denúncia de corrupção no Instituto de Desenvolvimento do Piauí – IDEPI. Segundo a fonte, ligada ao órgão, e que pediu para ser preservada, o IDEPI teria realizado licitações e obras fraudulentas para permitir a cobrança de retorno em percentuais sobre as obras, que supostamente teriam beneficiando políticos e gestores públicos, numa rede que envolve, também, donos de construtoras e membros dos órgãos de controle interno e externo do Estado.
De 2011 a 2013, o órgão já consumiu R$ 252 milhões em recursos públicos. Só de janeiro a junho deste ano, o IDEPI empenhou R$ 64 milhões de reais, destes, 11,5 milhões foram despesas de anos anteriores, esse valor, pago nos últimos 3 meses da gestão de Wilson Martins, corresponde à quase metade do valor gerido pelo IDEPI nos últimos 4 anos do Governo Wellington dias, que foi de R$ 140 milhões.
Corrupção e estradas vicinais
Segundo a fonte, o grande ralo pelo qual escoa o dinheiro público através do IDEPI são as obras referentes às estradas vicinais - rodovias periféricas cuja maioria não possui tratamento asfáltico, são estradas de chão batido. “É mais fácil desviar recursos por estradas vicinais, estão longe dos holofotes e é difícil mensurar o estado em que se encontram, inclusive, se realmente precisam de recuperação”, disse, em tom de revolta.
No apagar das luzes do Karnak, milhões são pagos
Coincidentemente, metade do valor pago em despesas anteriores na saída de Wilson Martins foram referentes, justamente, à essas estradas. O IDEPI pagou R$ 11,5 milhões em dois meses. Todos os valores foram liberados antes do governador Zé Filho assumir o Karnak. O diretor do órgão, Elizeu Aguiar, filiado ao PSB, partido do ex-governador, foi mantido no cargo a pedido de Wilson Martins. E gastos com estradas vicinais continuaram a aumentar.
Farra de dinheiro público com estradas vicinais aumenta na proximidade das eleições
Ao analisar os gastos, é como se nos últimos anos as estradas vicinais nos municípios tivessem sido destruídas.
Infográfico mostra evolução dos gastos com estradas vicinais
Ao comparar os dados do Tribunal de Contas do Estado, percebemos que ao longo dos últimos 7 anos, entre obras executadas, em andamento e canceladas, 114 milhões de reais passaram pelo IDEPI destinados à manutenção de estradas vicinais.
Exatos 92,25% deste valor estão concentrandos nos últimos três anos da gestão Wilson Martins, e 48% em 2014, já na gestão Zé Filho. O valor médio investido por obra, até 2010, era de R$ 150 mil reais. Em 2012, esse valor saltou para R$ 526 mil por obra, em 2013 alcançou R$ 907mil e em 2014 passa de 1 milhão de reais.
Média de valor por obra aumentou quase 10 vezes nos últimos 7 anos
 

Licitações fraudulentas
Na licitação 001/2014 do Idepi, descobriu-se uma discrepância de R$ 19,3 milhões de reais, a mais, entre um orçamento apresentado originalmente em 2012 pela empresa IBI Engenharia e outro, apresentado em 2014, pelo próprio Idepi.
Questionado pelo Capital Teresina, o diretor do IDEPI, Elizeu Aguiar(PSB), resumiu-se a situação de uma forma tão simples que chega a distoar do valor da licitação da adutora de Parnaíba, Elizeu disse que inicialmente a obra havia sido licitada pela Agespisa e que a comissão de licitação de lá havia errado.
Mas, segundo informações, a grande discrepância entre os valores se deu por irregularidades que vão desde o número elevado de engenheiros contratados, alteração no processo de escavação do solo, até a divisão da porcentagem entre serviços e materiais, o conhecido BDI. Neste obra, uma adutora em Parnaíba, Foram incluídos 3 (três) engenheiros plenos e 4 (quatro) seniors ao custo total de R$ 3.118.315,20, verifica-se ainda que os custos apresentados encontram-se trocados, uma vez que, o custo horário do engenheiro sênior é maior que o do pleno.” Outro agravante é a caracterização do solo a ser escavado em 10% da obra, que foi apresentado como de 3ª categoria, sendo que o tipo de solo é incomum na região da obra, município de Parnaíba.
Municípios receberam máquinas para manutenção das estradas
Nos últimos anos, o Governo Federal entregou aos 222 municípios piauienses retroescavadeiras e motoniveladoras, máquinas que seriam utilizadas pelos gestores justamente na recuperação dessa estradas, o que representaria a desoneração do Estado e dos municípios com as obras. Mas ao que parece, as máquinas não entraram em funcionamento.
Com a palavra, os Ministérios Públicos Estadual e Federal.
Capital Teresina 

Zé Filho quer repassar Porto de Luís Correia, para a Fecomércio

O governador Zé Filho (PMDB) vai se reunir com o presidente da Fecomércio, empresário Valdeci Cavalcante, para discutir a proposta da entidade assumir a conclusão e funcionamento do Porto de Luís Correia.
O governador afirmou que não quer o Porto transformado em uma marina, como está sendo proposto à Fecomércio, mas é possível discutir uma solução global para o problema.
Ao sair da convenção do PC do B realizada no domingo (29/06), Zé Filho disse que quer a solução do problema.
Publicado Por: Daniel Silva do 180graus

Apresentações musicais marcam encerramento do programa Mais Educação em 2014

LUIS CORREIA - ENCERRAMENTO DAS ATIVIDADES DO PME NO 1º SEMESTRE/2014

Com a parceria de educadores, educandos, artistas, apaixonados por esportes, equipes de saúde, acadêmicos, gestores, entre outros, o Programa Mais Educação vem sendo aprimorado gradativamente na Unidade Escolar Manoel Rodrigues Vieira. Nesse primeiro semestre, o PME funcionou durante 2 meses, do dia 22 de abril até o dia 22 de junho, inicialmente com um total de 89 alunos inscritos. Durante esse período de funcionamento o Programa tem trabalhado atividades como futsal, handebol, taekwondo, danças, Iniciação musical, orientação de estudos e leitura, Inglês e reforço de matemática e português. Tem, também, desenvolvidoprojetos pedagógicos com ações para o ano todo, contemplando temas importantes como: meio ambiente, drogas, sexualidade, diversidade cultural, ética e cidadania, dentre outros. 


E, para celebrar o sucesso do Programa nesse 1º semestre, as escolas estaduais Manoel Rodrigues Vieira e Ricardo Augusto Veloso se uniram para realizar uma bonita festa no dia 18 de junho, com apresentações e exposições artísticas e culturais, enchendo de orgulho e emocionando aos pais presentes, e entusiasmando toda a equipe do Programa Mais Educação das duas escolas.

Professora Fátima - Gerente da 1ª GRE

Quem nos deu a honra de sua presença foi a Gerente da 1ª GRE, Professora Fátima Silveira; Coordenadora de Ensino Aprendizagem, Professora Conceição; e a Coordenadora Regional do PME, Professora Deuzimar.


segunda-feira, 30 de junho de 2014

Líder do PT no Senado vai responder no Supremo por homicídio

  • Elza Fiúza/ABr
    Senador Wellington Dias (PT-PI) durante discurso
    Senador Wellington Dias (PT-PI) durante discurso
O senador Wellington Dias (PT-PI), líder do PT no Senado Federal, vai responder no STF (Supremo Tribunal Federal) por homicídio culposo (sem intenção de matar) e prevaricação pela morte de nove pessoas depois do rompimento da barragem de Algodões, no Piauí, em 2009.
A ação foi movida pelo MPE (Ministério Público Estadual) e cobra a responsabilidade da morte de nove pessoas que morreram na hora afogadas com a água liberada devido ao rompimento da barragem. Porém, 15 pessoas morreram alguns dias depois internadas em hospitais.
Na ocasião, Dias era governador. Segundo dados da Avaba (Associação das Vítimas e Amigos das Vítimas da Catástrofe pelo Rompimento da Barragem de Algodões), o rompimento da barragem destruiu 610 casas no município de Cocal (300 km de Teresina) e 428 em Buriti dos Lopes (322 km de Teresina).
Também são réus na ação penal, a ex-presidente da Emgerpi (Empresa de Gestão de Recursos do Piauí) Lucile de Souza Moura e o engenheiro Luiz Hernani de Carvalho.
O caso chegou ao Supremo depois de o atual senador assumir seu mandato, em dezembro de 2010.

Tramitação eleitoreira

O UOL entrou em contato com o senador Wellington Dias, mas o telefone celular dele estava desligado. A reportagem também tentou localizar Lucile de Souza Moura e Luiz Hernani de Carvalho, mas não obteve sucesso.
Em entrevista ao portal de internet "180 graus", nesta sexta-feira (7), Dias afirmou que a ação é uma manobra eleitoreira. Ele é pré-candidato ao governo do Piauí.
"Esta é a terceira vez que falam em processo deste caso e curiosamente no período eleitoral. Na verdade, este processo é da 1ª instância da época em que eu deixei o cargo de governador e me candidatei ao Senado. Quando eu me elegi, o processo teria que subir para o Supremo. Porém, eles cozinharam o galo até agora e só neste momento voltam a tramitar. O que lamento é que usem este fato como algo eleitoreiro", disse Dias, em entrevista ao portal 180 Graus.
Apesar de a ação constar a morte de nove pessoas, Dias falou em oito vítimas fatais do caso de Algodões. "Acusam-me de ser o responsável pela morte de oito pessoas. Tudo uso eleitoral do caso", disse.

Causas

Após a tragédia, o Crea (Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia) do Piauí que o rompimento da barragem ocorreu por falhas no projeto e "ausência do poder público nas atividades de gerenciamento, manutenção e conservação da obra", pois o "projeto da revisão do sangradouro não foi implementado".
O relatório técnico do Crea apontou ainda que "a instabilidade da encosta" na barragem foi constatada desde março de 1997, 12 anos antes do rompimento do paredão da barragem.
Aliny Gama 
Do UOL, em Maceió.

Prefeitura de Luís correia DEMITE CONTRATADOS (em alguns segmentos) - COMISSIONADOS permanecem intocáveis!

O BlogWiltonveras.com está recebendo a informação de que está havendo demissões de funcionários contratados em vários segmentos da administração municipal. O que está ocorrendo, segundo as fontes ouvidas, é uma espécie de enxugamento da folha salarial da Prefeitura de Luís Correia. Nesses casos, pelo que entendi, teremos órgãos do governo da cidade que ficarão apenas com os funcionários efetivos e comissionados. Esse processo aconteceu na manha de hoje 30, com funcionários contratados da Secretaria de Assistência Social. estaremos acompanhando.

Enquanto isso...

Nada se fala sobre os funcionários comissionados da Prefeitura. Se existe mesmo esse enxugamento na folha, esse processo aparentemente não chegou aos comissionados. Esses servidores, responsáveis quase sempre pelos maiores salários do funcionalismo municipal, ainda estão intocáveis. Qual seria a lógica disso? Um funcionário contratado é um profissional que ganha menos e faz falta a comunidade onde este trabalha, a prefeitura não está começando o seu enxugamento no lugar errado?

O espaço deste blog está aberto para a Prefeitura de Luis correia expor suas considerações!

Por Wilton Veras em Tempo Real

Zé Filho corta verba destinada à construção de Complexo de Saúde e investe em propaganda do governo

No dia 02 de junho, o governador Zé Filho separou mais de R$ 2,4 milhões que faziam parte dos recursos para a construção do Complexo Materno-Infantil de Teresina e lançou no orçamento para gastar com propaganda do seu governo.
                      
No dia 26, ele reservou mais R$ 3,1 milhões para gastar em "divulgação das ações do governo para a sociedade", ou seja, propaganda no período eleitoral.


Só este mês, o governo do Estado anulou R$ 5,5 recursos orçamentários de rubricas como a maternidade, educação e vai gastar com propaganda para melhorar a imagem do governo no período eleitoral. Duda Mendonça será o marqueteiro de Zé Filho na campanha.


Com informações Amarante Noticias

Prefeituras receberão menos dinheiro do FPM no período da campanha eleitoral

O terceiro repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) de junho entra nas contas na segunda-feira, dia 30 de junho.
Será repassado o valor de R$ 1.117.032.857,69 em todo o país. Em comparação com o mesmo período de junho de 2013, o Fundo apresenta redução de 23,1%. Em termos nominais, e sem considerar a inflação.
Apesar de ter obtido um pequeno aumento, a Confederação Nacional dos Municípios lembra aos gestores municipais de que o repasse do FPM tende a ser menor de junho a outubro, e por isso o aconselhável é manter a prudência e o controle financeiro para enfrentar esses meses. Para julho, a previsão da RFB é de crescimento de 1% em relação a junho. No entanto, por ser apenas uma estimativa, o valor está sujeito a alterações tanto para mais quanto para menos.

Aquiles Nairó

sábado, 28 de junho de 2014

PSC lançou ontem Mão Santa como candidato ao governo do Piauí

O Partido Social Cristão (PSC) oficializou ontem sexta-feira (27) o nome do ex-senador Mão Santa, como candidato ao governo do Piauí. O anúncio foi  durante convenção no Plenarinho da Assembleia Legislativa do Piauí e contou com a presença do candidato à Presidência da República Pastor Everaldo.
Em tom de crítica, Mão Santa disse que o Piauí tem o maior índice de analfabetismo do pais e que o estado passou 12 anos de atraso. "Vamos reconstruir o Piauí, não vamos aceitar ter o maior índice de analfabetismo do país, Não sou o dono da verdade, mas o Piauí passou por 12 anos de atraso", declarou.
O empresário Nilfrânio Ribeiro, conhecido como Mano da região sul do estado será o vice na chapa. "Nunca me candidatei na política, mas as expectativas são as melhores, pois o nome do Mão Santa é muito forte no estado", comentou o vice.
Durante a convenção seis nomes foram anunciados como candidato a deputado estadual, entre eles o Parnaibano Fabrício da Conceição, conhecido por lutas estudantis em Parnaíba, o juiz Robert Dias e Eli Cronemberg. Para a presidência da república, o candidato do PSC é o vice presidente do partido, pastor Everaldo.

Mão Santa fará oposição ao seu sobrinho e atual governador do estado, Zé Filho (PMDB) que é pré-candidato à reeleição.

Fotos: Wilton Veras - Direto de Teresina
Por Wilton Veras.

Porto de Luís Correia: 13 são denunciados pelo MPF por corrupção

O Ministério Público Federal no Piauí (MPF/PI)) ajuizou ação penal contra treze pessoas, entre empresários e ex-agentes públicos, em razão de crimes cometidos durante as duas etapas da construção do Porto Marítimo de Luís Correia. Na ação, os réus são acusados de peculato, corrupção ativa, associação criminosa e fraudes em licitações.
A ação penal tem como base investigação da Polícia Federal e relatórios de auditoria produzidos pela Secretaria de Controle Interno da Presidência da República (CISET). O Relatório nº 24/2010 da CISET apresentou as conclusões da ação de controle realizada na Secretaria de Transportes do Estado do Piauí (Setrans) com objetivo de fiscalizar o Convênio nº003/2007 e o Termo de Compromisso SEP/PR nº 003/2009.
Nesse relatório, a CISET apontou falhas no orçamento e indícios de sobrepreço; indícios de restrição do caráter competitivo da licitação; superfaturamento; ateste indevido de serviços; ausência de estudos de viabilidade técnica, econômica e ambiental do empreendimento; contratação de etapa da obra sem funcionalidade imediata; divergências entre o plano de trabalho e o contrato de execução das obras e ausência de aprovação de projetos, editais, contratos e aditivos; falhas na elaboração do projeto básico; participação do autor do projeto na execução da obra; ausência de manifestação jurídica quanto às minutas de editais e contratos.
As constatações da CISET foram confirmadas pelo Instituto de Criminalística da Polícia Federal que indiciou os réus em seu relatório final. Além delas, o relatório da PF apontou o prejuízo de mais de R$ 5 milhões em razão de pagamentos por obras não executadas e outros indevidos ocasionados por reajustamentos e ressaltou a péssima qualidade do material empregado na obra.
O prejuízo, segundo o MPF, é ainda maior porque de acordo com os relatórios apresentados o que foi realizado efetivamente não tem utilidade nenhuma. A ação do MPF foi ajuizada pelos procuradores da República Kelston Pinheiro Lages e Carlos Wagner Barbosa Guimarães.
São réus na ação do MPF: Luciano José Linard Paes Landim, Alexandre de Castro Nogueira, Norma Maria da Costa Sales, Marlus Fernando de Brito Melo, Anderson Castelo Branco Lopes, Wilson do Egito Coelho Filho, Vivaldo Tavares Gomes, Andros Renquel Melo Graciano de Almeida, Idelmar Gomes Cavalcante, Heitor Gil Castelo Branco, Paulo Raiymundo Brígido de Oliveira, Ana Júlia Fernandez Santos e Josias Pacheco Castelo Branco
Ação de Improbidade
Pelos mesmos fatos, já tramita na Justiça Federal uma ação de improbidade administrativa que busca ressarcir os cofres públicos em R$ 12 milhões. A Justiça Federal deferiu pedido de liminar do MPF determinando a indisponibilidade dos bens dos réus como forma de garantir, no caso do acolhimento dos pedidos do MPF, o o ressarcimento dos valores mal aplicados e desviados. 

Edição e foto: Proparnaiba.com

quarta-feira, 25 de junho de 2014

TCU divulga lista de 194 piauienses com contas reprovadas


O Tribunal de Contas da União (TCU) divulgou nessa terça-feira (24/06) a lista de gestores e ex-gestores que tiveram as contas reprovadas pelo órgão nos últimos oito anos. No levantamento, que foi entregue ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), constam mais de 6.500 nomes, sendo 194 do Piauí. Ao todo, o Estado está incluído em 324 processos de contas irregulares. os nomes foram extraídos do Cadastro de Contas Julgadas Irregulares (Cadirreg).

O trabalho do TCU é de analisar e julgar as contas de gestores de órgãos federais ou que administram recursos da União. Essa análise verifica se os atos de gestão praticados pelos agentes atendem aos princípios de legalidade, legitimidade e economicidade. Em caso de irregularidade, o responsável tem o nome incluído em lista elaborada pelo TCU para subsidiar eventual declaração, pela Justiça Eleitoral, da inelegibilidade.

O TCU informou ainda que lista poderá aumentar na medida em que novas contas de gestores forem sendo julgadas. O órgão de fiscalização promete atualizar diariamente a relação de inelegíveis no decorrer do ano. 

Além de servir para a elaboração da lista de fichas sujas, o Cadastro de Contas Julgadas Irregulares também é utilizado como base para a emissão e certidões, para impedimentos ao exercício de cargo público e para intercâmbio de informações entre órgãos integrantes da Rede de Controle e da Estratégia Nacional de Combate à Corrupção e Lavagem de Dinheiro (Enccla).


Redação Portal F5
Com informações do O Dia 

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