quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Ex-diretor da Petrobras deixa prisão para depor à CPI mista da Petrobras

Do G1 PIO ex-diretor da Petrobras, Paulo Roberto Costa, vai ao Rio de Janeiro para depor à CPI mista da Petrobras  (Foto: Adriana Justi/ G1PR)

O ex-diretor da Petrobras, Paulo Roberto Costa, vai a Brasília depor à CPI mista da Petrobras (Foto: Adriana Justi/ G1PR)

O ex-diretor da Petrobras, Paulo Roberto Costa, preso em Curitiba, saiu da sede da Polícia Federal (PF) por volta das 8h desta quarta-feira (17) para ir a Brasília, onde deve prestar depoimento para a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investiga a Petrobras. O avião da PF chegou ao Aeroporto Internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana da capital paranaense, às 9h30. A previsão é de que o voo sai por volta das 10h30, de acordo com a Polícia Federal.Costa deve viajar escoltado por policiais federais, que vão acompanhá-lo até o Senado. Ao final do processo, ele deve voltar para a cela em Curitiba. Por questões de segurança, a instituição não divulga detalhes desta operação de deslocamento.
 
Esta será a segunda vez que o ex-diretor vai depor aos parlamentares. Em junho, ele esteve no Senado, para depor em outra investigação parlamentar, essa conduzida apenas pelo Senado. Na ocasião, ele rechaçou as acusações de que uma "organização criminosa" teria se infiltrado na estatal do petróleo e que a empresa teria se tornado uma "casa de negócios".
Desta vez, a expectativa é de que Costa tenha outra postura, já que fez um acordo de delação premiada com o Ministério Público Federal. O ex-diretor com as investigações da Operação Lava Jato, que apura desvio de verbas públicas e lavagem de dinheiro. De acordo com a Polícia Federal, o esquema liderado pelo doleiro Alberto Youssef pode ter movimentado R$ 10 bilhões ilegalmente.
O depoimento de Paulo Roberto Costa está marcado para as 14h30. Os parlamentares que conduzem a CPMI da Petrobras acreditam que o depoimento será feito apenas aos deputados e senadores, que se comprometeram a não vazar as informações para a imprensa.
O presidente da comissão, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), deverá iniciar a sessão de forma aberta. A expectativa, porém, é que Costa lance mão do seu direito constitucional de ficar em silêncio para não produzir provas contra si. Neste caso, os parlamentares deverão solicitar que a sessão seja secreta, a fim de estimular o delator a dar informações.
VALE ESTA 2 arte youssef lava jato (Foto: Editoria de Arte/G1)

Delação premiada
A direção da CPI mista decidiu marcar o depoimento de Paulo Roberto Costa para esta quarta-feira depois que vieram à tona alguns detalhes do depoimento que o ex-diretor prestou ao Ministério Público Federal em um acordo de delação premiada. Na tentativa de reduzir sua pena, Costa denunciou como funcionava o esquema de corrupção na Petrobras.

Segundo reportagem da revista "Veja", durante seus depoimentos aos procuradores da República, o ex-dirigente teria delatado que três governadores, seis senadores, um ministro e, pelo menos, 25 deputados federais foram beneficiados com pagamentos de propinas oriundas de contratos com fornecedores da estatal.

De acordo com a publicação, Costa citou, entre outros políticos, os nomes da governadora Roseana Sarney (Maranhão) e dos ex-governadores Sérgio Cabral (Rio) e Eduardo Campos (Pernambuco); do ministro de Minas e Energia, Edison Lobão; dos senadores Renan Calheiros (PMDB-AL), Romero Jucá (PMDB-RR) e Ciro Nogueira (PP-PI); e dos deputados Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), Cândido Vacarezza (PT-SP), Mário Negromonte (PP-BA) e João Pizzolatti (PP-SC). Todos negaram envolvimento no esquema de corrupção.
A reportagem de "Veja" não detalha o papel que cada um dos políticos mencionados por Costa teve na suposta fraude e não apresenta documentos. O texto diz que, pelo acordo firmado com o Ministério Público Federal, o ex-dirigente da petroleira teria se comprometido a detalhar o envolvimento de cada um dos políticos no esquema.

Mão Santa visita região sul do Estado

O candidato foi recebido nos municípios de Paquetá, Santana do Piauí e na região de Valença.

O candidato a governador, Mão Santa PSC, acompanhado do candidato a senador Gustavo Henrique, estiveram na região de Picos visitando os municípios de Paquetá, Santana do Piauí e em seguida foram até a região valenciana.
Imagem: DivulgaçãoMão Santa é recebido por populares(Imagem:Divulgação)
Mão Santa é recebido por populares
Em Picos, Mão Santa e Gustavo Henrique foram ao mercado central e o mercado do bairro Junco. Os dois a todo instante eram abordados por populares que reclamavam da falta de saúde, segurança e educação: "Estamos vivendo com muita tristeza. Aqui em Picos só tem saúde quem tem muito dinheiro e na sua época Mão Santa tínhamos ao menos o mínimo. Tínhamos remédios, cirurgias e atenção. Desde que Wellington Dias se tornou governador e que passou para esse Wilson Martins a saúde piorou e muito. Estamos cansados e não aguentamos tanta corrupção e mentiras", disse Raimundo.
 
Imagem: Divulgação Candidato Gustavo Henrique(Imagem:Divulgação)
Para Mão Santa é necessário a reconstrução do Piauí: "Seremos um governador do povo como fomos e com um plano de governo que irá reconstruir esse estado que está banhado de muita mentira e corrupção. Vamos reabrir o pronto-socorro do HGV e construiremos outro em Teresina e reabriremos os hospitais do interior para que funcionem de verdade".
Imagem: DivulgaçãoGustavo Henrique é recebido por populares.(Imagem: Divulgação)
Gustavo Henrique garantiu que como Senador irá reivindicar junto ao governo federal mais atenção a saúde além de destinar emendas para reforma, ampliação e reaparelhamento dos hospitais do Piauí que estão sucateados ou abandonados: "Vamos desenvolver um trabalho no Senado em prol da recuperação da saúde em nosso Piauí. Precisamos servir e não se servir. Serei o Senador de todos! ", finalizou Gustavo Henrique.
 
ASCOM PSC

LANÇAMENTO DO CURSO DE MEDICINA EM PARNAÍBA

Será realizado no Campus Ministro Reis Velloso – Universidade Federal do Piauí, UFPI, na próxima sexta-feira, dia 19 de Setembro, às 19 horas, a Aula Inaugural que vai marcar o início do período letivo 2014.2, bem como o lançamento das atividades do Curso de Medicina da instituição.

Além de dar boas vindas aos calouros e demais acadêmicos, o evento será aberto ao público com o objetivo de promover a integração entre universidade e a comunidade em geral.

Segundo a Coordenadora Especial de Extensão da UFPI, Simone Putrick, autoridades de diversos segmentos da sociedade são aguardadas para prestigiar o momento considerado histórico para a cidade de Parnaíba e região. Na ocasião, Alexandro Marinho, diretor do campus, fará um pronunciamento sobre o atual momento da universidade e seus projetos para o futuro. O evento será finalizado com o show da banda Arquivo Sonoro e apresentações da Orquestra da Câmara Estudantil de Parnaíba, Grupo de Dança Raízes do Nordeste, Banda Kallifonia, Pagodeando, Banda Roll e Banda Setor Norte.


terça-feira, 16 de setembro de 2014

Adriane Padro e Luís Pedrosa são pé frios diz Blogueiro

Blogueiro Gil Veras/ Foto: Arquivo pessoal
O Blogueiro Gil veras, revirando os arquivos da Politica de Luís correia, destacou em seu blog, que a atual prefeita e o ex-prefeito Luís Pedrosa são pés frios no quesito eleições estaduais.

Confira o que diz o Blogueiro:

Pois é, revirando os Arquivos da Política de Luís Correia, podemos comprovar nossa tese afirmativa da manchete, O casal, Prefeita e Esposo Luís Pedrosa, São Pés frios no quesito vitórias com candidatos a Governadores que eles apoiaram ou votaram.

Vamos aos Governos e Pleitos: em 1994 surgia o hoje ex- prefeito e apoiou Atila Lira contra Mão Santa, sendo derrotada no segundo turno, na chamada virada mão santista! Taca em 94!

Em 98, voltou apoiando Hugo Napoleão contra Mão santa, derrota e taca em 98! Vêm 2002, O casal apoia Silvio Mendes Contra Wellington dias e derrota novamente, ou seja, Taca em 2002! Em 2006, O casal volta a apoiar PSDB com Firmino Filho Wellington dias e taca novamente! Em 2010, são derrotados por Wilson Martins!


Será diferente nas eleições de 2014?

Mão Santa fala em adotar tecnologia alemã para produzir biodiesel da soja


Imagem: Portal O Dia
O candidato ao governo do Piauí pelo Partido Social Cristão (PSC), Mão Santa, prometeu nesta segunda-feira (15), em entrevista ao PI TV 1ª Edição, que vai investir em energias renováveis a partir da produção do biodiesel da soja. Para o candidato, a alternativa trará mais riqueza e energia elétrica para o estado. Mão Santa pretende adotar uma tecnologia alemã para implantar o sistema. (veja a íntegra da entrevista).
Ainda sobre a questão do abastecimento de energia no estado, Mão Santa foi questionado sobre o fato de ter federalizado a antiga Companhia Energética do Piauí S/A (Cepisa) e o candidato disse que na época essa foi “a decisão mais acertada”.  Mão Santa foi governador do Piauí por quase sete anos no período de 1994 a 2001.otícias, pesquisas e apuração de votos
O candidato do PSC também foi indagado sobre como pretende resolver o problema que envolve a superlotação do Hospital de Urgência de Teresina (HUT) e ainda a questão da resolutividade das unidades de saúde do interior. Mão Santa fez críticas aos gestores anteriores e disse que nos últimos anos o setor passou por uma “desestruturação”.

“Eu resolvi o problema. A medicina se tornou exitosa e eu coloquei o estado na era dos transplantes. Não deveriam ter fechado a urgência do HGV (Hospital Getúlio Vargas). Quando fui governador os hospitais regionais tinham resolutividade. Houve uma desestruturação”, disse.

Na área da segurança, Mão Santa também criticou o atual cenário e disse que, caso seja eleito, fará concursos para resolver o déficit de policiais. “Há cidades que não tem nenhum policial. Vamos atingir a meta convocando e fazendo concurso maciço. Há oito anos não há um concurso”, disse.

Em suas considerações finais o candidato agradeceu à Deus e ao povo piauiense e disse que resolveu ser candidato a governador do Piauí para “reconstruir o estado”.

Do G1 PI

Vereadora Francilda Paz acumula ilegalmente várias funções incompatíveis ao cargo de vereadora


Vereadora Francilda Paz também é presidente da
 Câmara Municipal
A presidente da Câmara Municipal de Luis Correia, vereadora Francilda Maria Paz Conceição, vem  acumulando ilegalmente várias funções incompatíveis ao cargo de vereadora.

Segundo foi apurado pela reportagem do Portal do Bikanca, a vereadora Francilda Paz exerce ilegalmente as funções de membro do Conselho Municipal de Educação, de Coordenadora do Programa   Mais Educação e de Membro do Conselho do FUNDEB.

A participação de representante da Câmara de Vereadores como membro do Conselho Municipal de Educação é vedada pela Constituição Federal.

De início, ressalte-se que o Conselho Municipal de Educação é integrante da estrutura do Poder Executivo.

Com efeito, à vedação da participação de Vereadores, na qualidade de representantes do Poder Legislativo, no Conselho Municipal de Educação, decorre de preceito Constitucional que estabelece a independência e harmonia dos Poderes e o controle dos atos do Poder Executivo pelo Poder Legislativo.

A Constituição Federal, no art. 2.º, estabelece:
        "Art. 2.º: São Poderes da União, independentes e harmônicos entre si, o Legislativo, o executivo e o Judiciário."
De outra parte, o art. 31 da Constituição Federal expressa:
        "Art. 31: A fiscalização do Município será exercida pelo Poder Legislativo Municipal, mediante controle, externo, e pelos sistemas de controle interno do Poder Executivo Municipal, na forma da Lei."

Considerando-se que o Conselho Municipal de Educação é uma instância de deliberação ligada à estrutura do Poder Executivo, não cabe representação dos Poderes Legislativo e ou Judiciário.

Contudo, diante da clareza da regra constitucional, é necessário  reconhecer que a vereadora Francilda Paz não pode exercer função em Conselho integrante da estrutura do Poder Executivo mesmo sem qualquer remuneração.


 Assim, é necessária a manifestação do Ministério Público, para averiguar se não houve quebra de decoro, e se necessário, ajuizar ação para destituição da vereadora Francilda Paz ,caso não haja renúncia espontânea por parte da nobre edil.


Do Portal do Binkaca

sábado, 13 de setembro de 2014

STF mantém cassação de Lilian Martins como conselheira do TCE-PI

O Supremo Tribunal Federal (STF) manteve a decisão que considera ilegal o processo de nomeação da ex-deputada Lilian Martins como conselheira do Tribunal de Contas do Estado, que assumiu o cargo vitalício durante o mandato do seu marido, o ex-governador Wilson Martins. O recurso interposto pela Assembléia Legislativa do Piauí foi negado esta semana e agora o processo depende da decisão da 2ª Vara da Fazenda Pública.
Supremo manteve cassação de Lilian Martins como conselheira (Foto: Gil Oliveira/G1)
Supremo manteve cassação de Lilian Martins como
conselheira (Foto: Gil Oliveira/G1)
No ano de 2012, uma liminar concedida pelo Tribunal de Justiça do Piauí autorizava a mesa diretora da Alepi a escolher o novo conselheiro do TCE e a nomeada foi Lílian Martins.Em julho deste ano, a primeira turma do Supremo Tribunal Federal avaliou e manteve a decisão do ministro Luiz Fux alegando que a forma como a Alepi escolheu a nova conselheira do TCE fere a Constituição Federal.
Após assumir o cargo, a ex-deputada chegou a ser afastada por 21 dias por decisão da Vara da Justiça Federal do Piauí e retornou somente depois da liminar ser cassada pelo desembargador federal do Tribunal Regional Federal (TRF) da 1ª Região, Carlos Moreira Alves. Em seguida, o Ministério Público Estadual ajuizou uma reclamação junto ao STF contestando esse processo de escolha e o ministro Luiz Fux, relator da ação, acatou o pedido do órgão estadual.
Para o promotor Fernando Santos, a nomeação deve ser feita pelo governador do Estado, seguindo por similaridade o rito de nomeação dos ministros do Tribunal de Contas da União, que são escolhidos pelo Congresso, mas nomeados pelo presidente da República.
A assessoria de comunicação da Alepi informou que a presidência da casa vai aguardar ser notificada oficialmente sobre a decisão, para em seguida encaminhar para a Procuradoria. Já a assessoria de Lilian Martins informou que a decisão não atinge a conselheira e, por isso, ela não vai se manifestar sobre o assunto.
Fonte: G1/Piaui

C O N V I T E: I FEIRA DO AGRONEGÓCIO DA REGIÃO DE BRANDÃO EM LUIS CORREIA-PI

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Cootaxi Litoral realiza culminância no Hospital Municipal de Luis Correia

A COOTAXI LITORAL realizou nos dias 01 e 06/09. O Dia C – Dia de Cooperar. Neste dia cooperados, colaboradores, fornecedores, parceiros do Programa COOPERSAÚDE, vivenciarão um dos valores do cooperativismo, a solidariedade, através da frota de carros. A Ação intitulada de COOPERSAÚDE foi desenvolvida durante os dias 01, 02, 03, 04,05,05 de setembro, tendo sua culminância no dia 06, no Hospital Municipal Nossa Senhora da Conceição , no período de 8h às 12h, onde foram disponibilizaram o transporte para a  comunidade.

O dia C é uma iniciativa do Sistema OCB, que teve origem no Sistema OCEMG em 2009 e em 2014 estará contemplando 21 estados brasileiros. No Piauí estar sendo acompanhado e coordenado pelo Sistema OCB/SESCOOP.

O Projeto apresentado pela COOTAXI LITORAL, contou com aceitação dos cooperados, colaboradores, familiares e parceiros, que esperançosos contam, que todas as ações culminem com o DIA C.


Por Wilton veras – Para o Portal O Dia.

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Opinião: Política é negócio de família no Piauí

Política certamente é hereditária no Piaui. Esta eleição está sendo marcada por novos nomes, mas, com velhos sobrenomes da política piauiense. São filhos, sobrinhos, que tentam dar continuidade aos projetos eleitorais de seus parentes. A prova disso é que a política se tornou um negócio de família a cada pleito.

A prova disso é Marden Menezes (PSDB). Filho do ex-prefeito de Piripiri Luiz Menezes não conseguiu a reeleição para a prefeitura piripiriense. Perdeu para o então deputado Odival Andrade (PSB), pai do candidato a deputado estadual Breno Andrade.
Breno Andrade e o Pai Prefeito de Piripiri
Os nomes não param por aí. Temos como exemplo, o candidato a deputado estadual Georgiano neto (PSD), filho do Deputado Federal Júlio césar. Assim como Firmino Paulo (PSDB), sobrinho do prefeito de Teresina Firmino Filho, e o sobrinho do ex-governador, Wilson Martins (PSB), o candidato a deputado federal, Rodrigo Martins (PSB).

Wilson Martins e Rodrigo Martins
Georgiano e Julio cesar
Firmino Filho e o Sobrinho Firmino Paulo
Estes são apenas alguns nomes de políticos que estão entre família nesta eleição, principalmente, por seus parentescos. O eleitorado está de olho.

E A LISTA AUMENTA; Desta vez os marido elegendo as mulheres.

CIRO NOGUEIRA E IRACEMA PORTELA
O senador Ciro Nogueira Filho (PP). Filho de ex-deputado, Ciro. Quer Reeleger sua esposa, Iracema Portella (PP), como deputada federal. Iracema é filha do ex-governador Lucídio Portela e da ex-deputada Miriam Nogueira (PSDB) e é sobrinha do ex-ministro Petrônio Portela, família com grande penetração política.

Zé Filho e Juliana Moraes Sousa
O governador Zé Filho (PMDB) é outro: ele quer a reeleição da esposa, Juliana Moraes Souza, que tentará a reeleição para deputada estadual.

PLANO FEDERAL: W. Dias e Regiane dias
W.DIas além de impor sua candidatura a governador, impôs a mulher Rejane para federal
W. Dias candidato ao governo do estado, tenta eleger a mulher Regiane dias a deputada federal.

Por Wilton Veras | Imagens: Divulgação

Esposa de Ciro Nogueira recebeu três vezes mais doações do que o candidato Wellington Dias

Dentre as inúmeras doações a candidata recebeu R$ 500 mil da Companhia Metalúrgica Prada; R$ 100 mil do Itaú Unibanco S/A; R$ 80 mil da Votorantim e mais de R$ 1 milhão da direção Nacional do PP.

GIL SOBREIRA, DO GP1

A candidata à deputada federal Iracema Portella (PP-PI) já recebeu doações no total de R$ 3.433.800,00 (três milhões, quatrocentos e trinta e três mil e oitocentos reais) mais de três vezes do que arrecadou o candidato da coligação ao governo do estado Wellington Dias (PT-PI) que arrecadou R$ 1.032.130,35 (um milhão, trinta e dois mil, cento e trinta reais e trinta e cinco centavos).

Dentre as inúmeras doações a candidata recebeu R$ 500.000,00 (quinhentos mil reais) da Companhia Metalúrgica Prada; R$ 100.000,00 (cem mil reais) do Itaú Unibanco S/A; R$ 80.000,00 (oitenta mil reais) da Votorantim Cimento e mais de um milhão de reais da Direção Nacional do Partido Progressista.
Imagem: DivulgaçãoIracema em campanha(Imagem:Divulgação)Iracema em campanha
Iracema Portella é esposa do senador Ciro Nogueira, presidente nacional do Partido Progressista, apontando pelo ex-diretor de Abastecimento e Refino da Petrobras, Paulo Roberto Costa, como um dos beneficiários do esquema que desviava dinheiro oriundo de contratos com a estatal. Segundo Costa os políticos citados por ele ficavam com 3% dos valores contratuais na época que era diretor da estatal, entre 2004 e 2012. Costa foi preso em março pela Policia Federal, sob a acusação de participar de um mega esquema de lavagem de dinheiro comandado pelo doleiro Alberto Youssef e aceitou recentemente os termos de um acordo de delação premiada e soltou a língua. O ex-diretor vem sendo interrogado por delegados e procuradores com depoimentos registrados em vídeo.
Imagem: Germana Chaves / GP1Wellington, Margarete e Ciro (Imagem:Germana Chaves / GP1)
Wellington, Margarete e Ciro

Mão Santa e Gustavo Henrique visitam municípios do litoral do Estado

Para eles a população está começando a ter consciência que os candidatos Wellington e Zé Filho representam a mesmice de doze anos de destruição do Piauí.

O candidato a governador, Mão Santa (PSC), esteve neste último final de semana realizando caminhada nos municípios do litoral juntamente com o candidato a senador Gustavo Henrique, onde fizeram diversas reuniões com moradores.
Imagem: DivulgaçãoMão Santa e Gustavo Henrique(Imagem:Divulgação)Mão Santa e Gustavo Henrique
Para eles a população está começando a ter consciência que os candidatos Wellington e Zé Filho representam a mesmice de doze anos de destruição do Piauí: "Eu não votei neles em 2010. Estou onde sempre estive, na oposição. Sou contra este modelo que levou o Estado ao caos e vamos implantar vinte metas para reconstruir o Piauí aqui em povoados distantes da sede, como em Luis Correia, onde levaremos água e assim farei em todo o Piauí, como na região do semi- árido que está abandonada", disse Mão Santa.
Imagem: DivulgaçãoGustvao Henrique(Imagem:Divulgação)Gustvao Henrique
Imagem: DivulgaçãoGustavo Henrique e Mão Santa(Imagem:Divulgação)Gustavo Henrique e Mão Santa
Imagem: DivulgaçãoGustavo Henrique(Imagem:Divulgação)Gustavo Henrique
Imagem: DivulgaçãoVisita(Imagem:Divulgação)Visita

*Com informações da assessoria do candidato

domingo, 7 de setembro de 2014

"O governo do PT patrocinou um assalto à Petrobras", diz Aécio

Candidato do PSDB à presidência afirma que Dilma Rousseff não poderá alegar que não sabia de megaesquema de corrupção na Petrobras

Bruna Fasano, de Presidente Prudente
Aécio Neves: "O PT perdeu a eleição"
Aécio Neves: "O PT perdeu a eleição" (Ivan Pacheco/VEJA.com)
A menos de 30 dias do primeiro turno, as campanhas da petista Dilma Rousseff e da ex-senadora Marina Silva (PSB) tentam estancar a todo custo a sangria provocada pelos depoimentos do ex-dirigente da Petrobras e controlar uma possível fuga de votos das candidatas. Terceiro colocado nas pesquisas de intenção de votos na corrida presidencial, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) avalia que as revelações do ex-diretor de Refino e Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, sobre a montagem de um balcão de distribuição de propina a deputados, senadores, governadores e até um ministro de Estado aliados ao Palácio do Planalto podem mudar o resultado das eleições de outubro. “O governo do PT patrocinou um assalto à Petrobras. No momento em que esse governo assaltava o país, eu fazia oposição”, disse Aécio em entrevista exclusiva ao site de VEJA.
Leia também:

Os nomes de autoridades citados por Paulo Roberto Costa como participantes do esquema de propina são essencialmente da base de sustentação do governo da presidente Dilma Rousseff. O senhor acha que houve conivência por parte dela? Não dá mais para vir com essa história de que não sabia de nada. Nós estamos falando de algo talvez ainda mais grave do que o mensalão 1, que é o mensalão 2, que coexiste há mais de nove anos no poder. Continua a haver um processo, desde o início, que não foi interrompido: utilização de dinheiro público, empresas públicas, superfaturamento de obras para beneficiar um grupo político que quer se manter a qualquer custo no poder. O PT perdeu, a meu ver, a autoridade sequer para apresentar um projeto de continuidade desse modelo que está aí. É vergonhoso o que aconteceu. As investigações tem que ir a fundo. Espero que o Brasil conheça o que aconteceu e as punições possam vir. A presidente da República tem, sim, que dizer o que aconteceu na empresa que ela comandou com mão de ferro. Ela foi do conselho da Petrobras durante doze anos.
Com as denúncias de Paulo Roberto Costa, cai a tese da presidente Dilma Rousseff de acusar setores oposicionistas de tentar desmoralizar a Petrobras? As denúncias do senhor Paulo Roberto mostram que a Petrobras vem sendo assaltada ao longo dos últimos anos por um grupo político, comando pelo PT, com o objetivo de perpetuar-se no poder. Quando nós apresentamos a proposta da criação da CPMI da Petrobras os líderes do governo diziam que isso era uma jogada eleitoral da oposição apenas para prejudicar o governo nas eleições. A presidente da República chegou a dizer que nós estávamos, com os ataques que fazíamos a Petrobras, depondo contra a imagem da nossa principal empresa. Quem desmoralizou a nossa principal empresa foi esse governo comando pela atual presidente da República. Não é possível, sentada na mesa com esses mesmos réus, em especial com esse diretor que está preso hoje, dizer que não tinha ideia do que está acontecendo. Ainda que pela incapacidade de ver o que acontece no seu entorno, ela não pode querer disputar novamente a Presidência da República.
Segundo a delação premiada feita por Paulo Roberto Costa, o ex-governador de Pernambuco e ex-candidato do PSB, Eduardo Campos, estaria envolvido no esquema.Eu tenho muito cuidado com relação a isso. São acusações que eu não conheço. Li pela manhã e me dei conta do tamanho dessas denúncias. Todos nós vamos ter que estar prontos para dar explicações sobre quaisquer questões. Eu acho que não dá é para pessoas envolvidas dizerem que não sabiam de nada. Vamos dar tempo ao tempo e esperar que, realmente, essas acusações que hoje citam nominalmente algumas pessoas possam ser comprovadas, com indícios mais claros. Eu vejo tudo isso com alguma cautela. Mas eu reafirmo, e não há dúvidas em relação a isso, é que o governo do PT foi conivente com o maior assalto que já se fez aos cofres da maior empresa brasileira, a Petrobras. O governo do PT patrocinou um assalto à maior empresa brasileira. Isso jamais ocorreu na história do Brasil.
A citação de Eduardo Campos entre os que teriam recebido propina desconstrói o discurso da candidata Marina Silva sobre a “nova política”? É possível atender a interesses de aliados sem cair em esquemas de corrupção? Nós estávamos desde lá de trás denunciando esse governo. Eu vejo hoje críticas ao PSDB por uma pseudopolarização com o PT. Nós estávamos desde sempre, lá atrás, desde 2003, combatendo esse governo, denunciando o aparelhamento da máquina pública, as nomeações políticas na Petrobras. Será que quem estava certo era quem estava dentro desse governo durante todo esse período? De alguma forma, até se beneficiando, mesmo que não diretamente. Se beneficiando dessa estrutura que se manteve para sustentar o governo. A minha diferença maior para as duas candidatas é que em nenhum momento eu participei desse governo. No momento em que esse governo assaltava o país, eu fazia oposição. De nenhuma forma eu participava disso. Nem diretamente nem indiretamente. Os cargos que eu ocupei não foram, de alguma forma, sustentados por esse governo corrupto.
O esquema do mensalão movimentou 173 milhões de reais. A Polícia Federal estima que, no caso da operação Lava-Jato, sejam pelo menos 10 bilhões de reais. É mais grave que o escândalo que colocou a cúpula do PT na cadeia? O mensalão 2, esse atual, a meu ver, é mais grave do que o mensalão 1 até pelo tempo que durou esse assalto. Um processo que não pode ser agora atribuído a uma pessoa, a alguém que se utilizou de determinado momento de um cargo que ocupou em benefício próprio. É uma engrenagem institucionalizada para roubar no seio da nossa maior empresa para beneficiar o grupo que está no poder. O atual governo e a própria presidente da República são, no mínimo, beneficiários daquilo que a Polícia Federal chamou de organização criminosa instalada na Petrobras. Dilma foi beneficiária desse esquema. E esse esquema é que vem sustentando o seu governo, dando a ela maioria no Congresso e pagando diretamente sua base de apoio. Estamos diante do mais grave escândalo de corrupção da nossa história contemporânea. Acho que o mensalão 2 tem níveis de sofisticação que fazem dele algo mais grave do que o primeiro. O mensalão 2, pelo que nós estamos vendo, se manteve e se arrastou pelos onze anos desse governo.
As pesquisas de intenção de voto o colocam em terceiro lugar na corrida pelo Palácio do Planalto. As denúncias podem mudar o quadro eleitoral? Eu continuo acreditando muito na possibilidade de vitória. Nós somos a oposição a tudo isso. Eu não sou oposição ao PT agora. Eu sou oposição a esse modelo desde que essa bandalheira, essa forma de agir, começou. Nem todos podem dizer isso, né? A atual candidata à Presidência da República perderá as eleições. Não há condições morais dela apresentar algo novo ao Brasil. Comete a imprudência de destituir, mesmo mantendo no cargo, o ministro da Fazenda. E se ele tivesse hoje uma forma de preservar sua própria história, pediria ele mesmo para sair. Ministro da Fazenda ou você nomeia ou demite. Não pré-anuncia que vai demiti-lo lá adiante. Quem é que vai conversar hoje com o ministro da Fazenda sobre determinada questão relevante para a economia sabendo que daqui a três meses ele não vai estar lá para tocar aquilo que foi eventualmente acertado? O dano só não é maior porque ele já tinha perdido toda a credibilidade. Agora que autoridade a presidente vai ter? Tendo comandado a maior empresa brasileira, a Petrobras, como comandou e fazia questão de mostrar que era ela quem mandava com mão de ferro, vendo nas suas barbas esse processo de corrupção beneficiar seu próprio projeto.
Mas a presidente Dilma ainda se mantém líder nas pesquisas. Eu acho que o PT perdeu a eleição. O PT perdeu a eleição. Agora tem uma nova candidata que eu respeito pessoalmente, mas precisa explicar seus vínculos com esse grupo político. Marina tem uma militância no PT maior do que da própria Dilma. Não acredito que ela possa ter um vínculo direto com isso. Mas eu não vi a indignação dela no momento em que o mensalão foi denunciado. Lá atrás, no momento em que o mensalão foi denunciado, não me lembro dela considerando isso uma prática da velha política, se indignando e pedindo para sair do partido. Ao contrário. É um direito dela.


O senhor acha que Marina Silva deve defender publicamente Eduardo Campos das acusações feitas por Paulo Roberto Costa ou é um problema do PSB? Todos tem que dizer claramente o que pensam. Terceirizar responsabilidades não é um bom exemplo para quem se autointitula representante da nova política. Nada mais velho na política do que a corrupção. Esse modelo do PT de utilizar a estrutura do Estado em benefício do seu projeto de poder é tudo, menos novo. Isso existe desde que o PT assumiu o governo. Já existia nas administrações municipais do PT. Nós sabemos disso em várias denúncias, como no caso de Santo André, talvez o mais marcante deles. O PT sempre buscou nas oportunidades que teve para utilizar empresas e espaços públicos para financiar a sua permanência no poder. Isso não mudou. O que mudou foi a escala, agora infinitamente maior. Eu sempre soube e ataquei isso. A outra candidata conviveu de alguma forma com esse modus operandi do PT. Temos duas alternativas. A minha é clara, de combate a tudo isso e restabelecer a meritocracia. Resgate a nossas empresas públicas, e vamos afundo nas investigações. Queremos as investigações como propusemos na CPMI. E que os responsáveis sejam punidos. Outra candidatura vai ter que mostrar como convive com esse tipo de corrupção. Eu vejo muito esse discurso da nova política. Para mim sempre houve a boa e a má política. E a boa política é que a nós praticamos. A má política é a que o PT pratica. E, na verdade, não é de hoje. Desde quando a candidata Marina era um membro influente no partido.

Fonte: Veja

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